glitch art

Glitch são dores de cabeça – entrevisões de uma falha tecnológica. O termo, que pode ter derivado de palavras de origem ídiche que denotam “derrapagem”, foi popularizado por um astronauta da NASA.

O primeiro uso do termo “glitch” em inglês é atribuído ao astronauta norte-americano John Glenn que, durante um programa espacial de rotina, usou a palavra para descrever um problema técnico que estava tendo. Quando perguntado sobre a palavra, John disse “literalmente, um glitch é um pico ou mudança na tensão de uma corrente elétrica”. Atualmente, o termo é usado para descrever diversos tipos de mau funcionamento. Estetica e formalmente falando, a glitch art remete àrte geométrica, abstrata, típica dos movimentos modernista e cubista. Ainda assim, pode-ser dizer que glitch é uma estética muito própria da era digital, que celebra acidentes tecnológicos ao invés de buscar um cenário da perfeição asséptica.

Às vezes, chega-se a esta estética por meios não-digitais, mas mais frequentemente o glitch é recriado em um ambiente digital, ao reproduzir e manipular as condições que o acarretam.

Se você já passou algum tempo no Tumblr ou mergulhou fundo no Flickr e Pinterest, muito provavelmente já viu algum glitch por aí. Existem várias páginas de Facebook e fóruns espalhados pela Internet dedicados ao glitch, e o YouTube está cheio de tutoriais de como fazer recriar os efeitos.

Nick Briz, artista visual de Chicago, expandiu a definição de Gleen: “um momento inesperado no qual um sistema chama atenção para si, e nos faz até prestar atenção em certos aspectos que talvez passassem despercebidos. Glitch art acontece toda vez que um artista interfere nesse momento, seja por recontextualizá-lo ou por provocá-lo”.

Em outras palavras, o glitch tira o véu de nossos gadgets de última tecnologia e outros construtos visuais sofisticadíssimos, para revelar imperfeições, pixels e código crus, em um ambiente surreal de possibilidades ainda não concretizadas.

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